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Obama tratará no Chile de temas sobre democracia e direitos humanos na América

Latina

AFP
O presidente chileno Sebastián Piñera anunciou que seu homólogo norte-americano Barack Obama tratará temas de direitos humanos e democracia na América Latina em sua visita ao país sul-americano em março de 2011. Foto: AFPO presidente chileno Sebastián Piñera anunciou que seu homólogo norte-americano Barack Obama tratará temas de direitos humanos e democracia na América Latina em sua visita ao país sul-americano em março de 2011.
Foto: AFP

Durante sua visita ao Chile nos dias 21 e 22 de março, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tratará de assuntos sobre democracia e direitos humanos que envolverão toda a América Latina, adiantou o governante Sebastián Piñera.

“Será uma visita histórica e esperamos que seja uma visita muito frutífera”, disse Piñera aos jornalistas durante um ato público.

Serão abordados em Santiago temas que permitirão a “colaboração em termos de energia, em termos de professores de inglês que venham ensinar o idioma a nossas crianças, e em termos de democracia e direitos humanos, tão apenas no Chile, mas em toda a América Latina”, acrescentou.

“Teremos uma reunião de trabalho com ele. Há muitos acordos importantes para serem assinados com o Chile”, disse o presidente chileno.

Obama chegará ao Chile no dia 21 de março após uma visita ao Brasil, dentro de uma série de visitas pela América Latina, que também incluirão El Salvador.

Estaba previsto que o chanceler chileno, Alfredo Moreno, assinará com um representante dos Estados Unidos um acordo de cooperação nuclear no dia 18 de março, em meio a duras críticas em função da emergência suscitada no Japão, onde um forte terremoto provocou falhas em usinas nucleares.

“O Chile, no que se refere a este assunto, quer conhecer e ter as alternativas expostas, para que, quando tiver que tomar uma decisão, tenha todos os elementos”, explicou Moreno em uma órgão de imprensa.

O acordo com os Estados Unidos “não inclui a instalação de qualquer coisa nuclear no Chile, são simplesmente acordos para seminários e aprendizado”, acrescentou.

O Chile, um país que também tem alta incidência de sismos, é importador total de combustíveis, e atravessa um período deficitário em termos de energia, o que o levou a explorar diversas possibilidades para ampliar sua matriz energética.

 

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