ENFOCANDO NA INFO QUANDO ACONTECE

MUNDO

Moody`s corta rating de 8 bancos portugueses

CGD, Santander, BES, Espírito Financial Group, BCP, BPI, Montepio e Banif foram alvo de corte da classificação

Por: Redacção/iol/pt

Alvo

A agência de notação financeira Moody`s cortou esta quarta-feira o «rating» de oito bancos portugueses.
Cinco descem um nível e outros três são cortados dois níveis, na sequência do corte em dois níveis da classificação da dívida pública portuguesa

……….

“OBAMA MAO” EN CAMISETAS CHINAS

La periodista estadounidense Emily Chang fue detenida por los agentes de seguridad de China tras intentar mostrar camisetas con una provocativa ilustración. En las prendas aparece representado el Presidente de EE. UU., Barack Obama, a semejanza del líder del Partido Comunista de China, Mao Zedong, es decir, luciendo el gorro y la chaqueta típicas del “Gran Timonel”.

Chang decidió salir a buscar estas camisetas que se vendían en algunas tiendas de Shanghái, camisetas que poco antes habían sido prohibidas por las autoridades chinas puesto que podrían haber ofendido al dirigente estadounidense que desde el 16 de noviembre se encuentra realizando una visita a China.

En la parte delantera de la camiseta, Barack Obama aparece vistiendo el uniforme del Ejército Rojo chino y con la vista dirigida al infinito, imagen que corresponde al estilo de los retratos del ex líder de ese país asiático. Bajo la imagen se encuentra el sugerente eslogan “Sirve al pueblo” escrito en ideogramas chinos. En la espalda de la prenda aparece una inscripción que se lee como “Oba Mao”.

La periodista fue detenida en uno de los mercados de la ciudad mientras intentaba hacer un reportaje sobre estas prendas. Dos agentes de seguridad intentaron arrebatarle una camiseta y demandaron los pasaportes a los miembros de su equipo de grabación. Tras dos horas de disputa les dejaron marcharse y el objeto de la discordia fue a parar a las manos de Chang.

La idea de retratar a Obama como Mao se le ocurrió unos meses antes al diseñador gráfico pekinés Liu Mingjie. Según él, el diseño fue solamente una broma.

………

ONU pede que mundo não esqueça os 15 milhões de refugiados

https://i0.wp.com/karolineverri.zip.net/images/chad420.jpg

As Nações Unidas estão marcando o Dia Mundial do Refugiado com apelo para que governos e indivíduos não esqueçam os 15 milhões de homens, mulheres e crianças afetados por conflitos e perserguições, e que não podem voltar para os locais de origem.

A data, celebrada no domingo, 20 de junho, ressalta a necessidade de se garantir que os refugiados tenham um local para chamar de casa quando retornam para os próprios países ou quando encontram abrigo em outras nações.

Declínio

Em relatório recente, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, Acnur, mostra o pior declínio no número de retornos dos últimos 20 anos. Foram apenas 250 mil no ano passado.

Em entrevista à Rádio ONU, de Santos, o porta-voz do Acnur no Brasil, Luiz Fernando Godinho, falou sobre a importância do Dia Mundial do Refugiado.

“Esse número dá uma dimensão sobre o problema e o tamanho dessa questão que involve seres humanos, ações provocadas pela própria humanidade e que geram esses fluxos forçados, essas migrações forçadas”, afirmou.

Brasil

Godinho disse que é preciso chamar a atenção para a questão também no Brasil. O país possui, de acordo com dados do governo, quase 4,3 mil refugiados.

A maioria dessas pessoas tem origem no continente africano, cerca de 65% mas a população de refugiados no Brasil é bastante diversificada, com 76 nacionalidades diferentes.

AGÊNCIA ONU

…………….

OBAMA DIZ QUE DERRAME DE ÓLEO É PIOR QUE O 11/09

PRESIDENTE VÊ A QUESTÃO AMBIENTAL E ENERGÉTICA  COMO AS MAIS IMPORTANTES DO SÉCULO

Do Iol/PT

  • Obama em Praga
//

Barack Obama já mostrou estar seriamente preocupado com o derrame de crude no Golfo do México mas desta vez foi mais longe e comparou o desastre ambiental com o 11 de Setembro.

Numa entrevista ao Politico.com, o presidente norte-americano disse que «da mesma forma que a consciência das nossas vulnerabilidades e a nossa política externa foram profundamente marcadas pelo 11 de Setembro, penso que este desastre vai igualmente mudar a forma como pensamos sobre o ambiente e a energia nos próximos anos».

Obama traça assim o rumo para o resto do seu mandato: «Um dos maiores desafios para avançarmos será o de assegurar que vamos retirar as lições correctas a partir deste desastre e que vamos progredir para uma orientação virada para o futuro, de política energética visionária de que tanto precisamos e que tem estado ausente desde há muito».

Para o presidente norte-americano, esta orientação passa por «investir numa nova forma de fazer negócio no que toca a energia».

A administração Obama vê na questão ambiental e energética uma possível arma política contra os conservadores nas eleições de Outono, que se prevêem mais renhidas que ao início se podia pensar.

….

CICLISTAS DESNUDOS PROTESTAN CONTRA EL DERRAME EN EL GOLFO DE MÉXICO

  • Unos 300 ciclistas desnudos pasearon por Reforma, la avenida principal de la Ciudad de México, en protesta contra el derrame petrolero de la compañía BP en el Golfo de México.

“Basta de guerras y derrame de petróleo!”, decía una inscripción en el сuerpo de uno de los participantes.

Según la organización civil Bicitekas, organizadores de la acción, Londres, París, Madrid y Cape Town están entre las ciudades participantes en el “World Naked Bike Ride”, que es considerado “el más loco y salvaje evento del año”.

Esta no es la primera manifestación del tipo contra las acciones de BP. El 25 de mayo, cerca de 100 activistas se desnudaron ante la sede de BP en Houston, Texas, con el objetivo de revelar la escala real del desastre ecológico. “La verdad al desnudo” o “¿Cuántos peces han matado hoy?”, eran las consignas de los activistas.

Foto: AFP / Alfredo Estrella

La plataforma Deepwater Horizon, dirigida por la compañía British Petroleum, se hundió cerca de la costa del estado Luisiana el 22 de abril pasado, después de una explosión que cobró la vida de once personas y ocasionó un grave incendio. Hasta el 3 de junio, diariamente se derramaban 40.000 barriles de petróleo (más de seis millones de litros). El incidente se convirtió en el mayor desastre ecológico en los EE. UU., escala que supera el naufragio del buque petrolero Exxon Valdez, ocurrido cerca de la costa de Alaska en 1989 y en el que se derramaron unos 260.000 barriles de petróleo.

Brasil inclui Suíça na lista de “paraísos fiscais

Uma casa em Sarnen, no cantão de Obwalden, considerado na Suíça um verdadeiro paraíso fiscal graças aos baixos impostos para pessoas de renda elevada.
Legenda: Uma casa em Sarnen, no cantão de Obwalden, considerado na Suíça um verdadeiro paraíso fiscal graças aos baixos impostos para pessoas de renda elevada. (Keystone)

O Brasil incluiu a Suíça na sua lista de “paraísos fiscais”, que soma atualmente 65 países. É o que anunciaram na segunda-feira (7/6) autoridades ligadas ao Ministério da Fazenda.

Essa ação serve para colocar em evidência países cuja tributação de renda é inexistente ou inferior a 20% e que se recusam a comunicar os dados fiscais relativos às empresas neles sediados.


A Receita Federal, órgão do Ministério da Fazenda no Brasil, anunciou ontem modificações na sua lista de países com “tributação favorecida”, conhecidos popularmente como “paraísos fiscais”. Agora ela inclui mais um novo critério: o de países com “regimes fiscais privilegiados”.
Segundo o órgão, estes seriam sistemas com níveis de tributação internacionalmente aceitos, mas que através da legislação interna criaria privilégios fiscais para determinados grupos de pessoas físicas ou jurídicas. No total, a lista de 51 países passou a incluir mais 14 (ler a coluna da direita), dos quais se destaca a Suíça.
Segundo o Diário Oficial, órgão onde são publicadas as leis brasileiras, são 65 países que “não tributam a renda ou que a tributam à alíquota inferior a 20% (vinte por cento) ou, ainda, cuja legislação interna não permita acesso a informações relativas à composição societária de pessoas jurídicas ou à sua titularidade, as seguintes jurisdições”.

A medida faz com que as operações realizadas do Brasil com “pessoas físicas ou jurídicas” dos países listados tenham uma tributação de 25% nas remessas a título de ganho de capital e a título de prestação de serviço. Normalmente o imposto cobrado nessas operações é de 15%).

Outra sanção é a aplicação da regra dos chamados preços de transferência. Essa regra visa punir operações entre empresas vinculadas de superfaturamento de operações de vendas entre elas, de modo que a maior parte do lucro da holding fique no país de tributação mais baixa. A aplicação da regra no caso de paraísos fiscais vale também para operações entre empresas que, por conta da regra de sigilo comercial, não têm a vinculação formal.


Inclusão da Suíça

Ao explicar a inclusão da Suíça na lista de paraísos fiscais, o secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, citou o “problema sério” que ocorreu entre os EUA e o banco UBS em relação à transferência de dados bancários de clientes da instituição suíça para o governo norte-americano.
O assessor do gabinete da Receita Federal, Alberto Pinto, explicou que a inclusão da Suíça no grupo de paraísos fiscais neste momento se deve ao fato de que só agora o fisco brasileiro conseguiu provar que o país europeu está dentro dos critérios que definem um paraíso fiscal. Segundo ele, a Suíça tem tributação de renda de 8,5% e trabalha com sigilo comercial e bancário. Ele lembrou que a Instrução Normativa (IN) anterior que definia a lista de paraísos fiscais era de 2001.
De uma forma geral, as autoridades brasileiras justificam a medida como um reforço no controle fiscal. “A partir da publicação da nova norma, a Receita Federal do Brasil passa a contar com instrumentos mais rigorosos para fiscalizar estruturas de planejamento tributário que, ultimamente, vêm se utilizando de regimes fiscais privilegiados presentes em países que apresentam tributação elevada”, escreve a assessoria de imprensa.


Reações na Suíça

A notícia da inclusão da Suíça na lista de paraísos fiscais não provocou reações imediatas no governo suíço. “O Departamento Federal das Finanças (EFD, na sigla em alemão) tomou conhecimento dessa listagem. A Suíça está no momento implementando as normas da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD). Esses são os nossos critérios”, declarou Daniel Saameli, porta-voz do departamento, à swissinfo.ch

Alexander Thoele, swissinfo.ch com agências

……..

BP will pay ‘many billions of dollars in fines’ for oil spill, White House warns

• US government deflects blame on to company
• Break up of slick thwarts efforts to keep oil offshore

Oil-soaked pelicans huddle in a cage at a research centre in Buras, Louisiana Oil-soaked pelicans huddle in a cage at a research centre in Buras, Louisiana. Photograph: Lee Celano/Reuters

The White House has warned BP it faces “many billions of dollars” in fines for the Gulf of Mexico oil spill disaster, easily dwarfing the clean-up cost, which has already topped the billion dollar mark.

The steady escalation in costs for BP was seen as further evidence yesterday that the gusher in the Gulf of Mexico continues to exceed the administration’s and BP’s worst-case scenarios for an oil spill.

“We are adapting to an enemy that changes,” Thad Allen, the coast guard commander overseeing the response told a White House briefing. “We are no longer dealing with a monolithic spill.”

The break-up of the slick into a massive collection of smaller spills was challenging efforts to keep the oil offshore, and crude was now attacking the shoreline from Louisiana to Florida. “I don’t think any plan envisioned it would get out that far and disaggregate,” Allen said. “If anything is taxing our resources, it’s the breadth.”

BP confronted a parallel escalation yesterday. Since the explosion on the Deepwater Horizon rig on 20 April, the oil giant has been forced to pay out an increasing sum for clean-up costs and compensation to those put out of work or business because of the spill.

As of yesterday the spill had cost BP $1.25bn (£870m). But the White House, in moves to deflect public anger said BP could expect a final bill for much more. “There will be penalties in the many billions of dollars,” said Robert Gibbs, the White House spokesman. He said the final tab for those penalties would be determined by the volume of oil polluting the Gulf. US law allows for fines of $4,300 per barrel of oil. BP was also told to hasten payments to small businesses such as seafood processors and hotels seeking compensation.

Barack Obama said BP needed to cut through the red tape. “What is clear is that the economic impact of this disaster is going to be substantial and it is going to be ongoing,” he said. “I do not want to see BP nickel and diming these businesses that are having a very hard time.”

A Washington Post-ABC news opinion poll yesterday suggested the oil spill has linked the fortunes of the government and BP. Some 69% said the government had done a poor job of handling the spill – still behind the 81% who have a negative view of BP’s performance but an unsettling result for Obama in an election year.

The poll said a majority of Democrats were also disappointed with the response. Such anger, especially from liberal Democrats, could grow amid reports yesterday that BP may be able to finance some of its clean-up costs by oil it is collecting through the containment cap over the gusher.

The reports overshadowed the encouraging news that BP was collecting 11,000 barrels of oil a day through the containment cap installed last week.

But Allen said the effort cannot be expanded because the company does not yet have vessels big enough to capture more of the oil. The company said it plans to replace the cap next month with a slightly bigger one that will provide “a better, tighter fit”. The only sure way to stop the leak on the ocean floor remains to drill relief wells to 18,000 feet below sea level, and inject heavy mud at high volumes to suppress the flow.

But even that process – which he said he would not be complete until August – will not be the end. Allen said he expected the clean-up to continue for four to six weeks after the oil is capped. Restoration of damaged marshlands and recovery of endangered wildlife could take years.

In the meantime, BP is trying to limit further damage to its image. Chief executive Tony Hayward is now ranked as one of the most hated men in America. At a congressional hearing in Louisiana yesterday, members of Congress held up full page newspaper ads from BP with scorn.

The oil company is pushing back by buying up phrases such as “oil spill” on search engines, ABC news reported.

“We have bought search terms on search engines like Google to make it easier for people to find out more about our efforts in the Gulf and make it easier for people to find key links to information on filing claims, reporting oil on the beach and signing up to volunteer,” BP spokesman Toby Odone told ABC News.

……….

EMBAIXADOR EGIPCIO FALA DO ATAQUE ISRAELENSE

Do arabesq.com.br

Em entrevista exclusiva para o Portal Arabesq, o embaixador do Egito no Brasil, Dr. Ahamad Hassan Darwish, falou sobre o ataque israelense à flotilha de ajuda humanitária a Gaza e sobre a abertura das fronteiras egípcias com o território palestino.

Qual é a posição do Egito sobre o ataque israelense?

O Egito condenou fortemente o ataque israelense e o uso da força desproporcional e injustificada contra a frota que carregava suprimentos humanitários para o povo cercado em Gaza.

O Egito pediu o fim do bloqueio sobre esse povo. O ministério das relações exteriores também condenou fortemente o ataque e o assassinato de inocentes.

Como você sabe, o governo do Egito presta grandes esforços para aproximar os palestinos entre si e com os israelenses, estimulando as conversações de paz para a criação de um estado palestino.

Israel insinua que o Egito é o responsável pelo bloqueio sobre Gaza, uma armadilha que rejeitamos pois o Egito não tem responsabilidade sobre a fronteira palestina com o Estado de ocupação que declara em falso a total independência do território palestino e culpa o Egito pelo bloqueio para se eximir da responsabilidade pelo processo de paz e pela criação de um Estado Palestino.

O Egito anunciou hoje (1/06) a abertura da fronteira com Gaza, qual é o motivo dessa medida e até quando perdurará?

Não tenho informações sobre o tempo de abertura, mas a mesma ocorreu em resposta ao ataque contra a frota humanitária. Israel deseja o bloqueio, a opressão aos palestinos e a isenção de suas responsabilidades. Portanto, após o ataque ocorrido, o Egito viu que a redução do sofrimento do povo em Gaza poderia vir com a abertura das passagens fronteiriças, apesar de não possuir responsabilidade sobre isso. Pois essa é a responsabilidade de Israel perante o direito Internacional.

O Egito lembra Israel dessa responsabilidade?

Não medimos esforços para isso. Lembramos Israel nas Nações Unidas, na comissão de direitos humanos e em todos os fóruns árabes e internacionais. Israel usa a política da força, que é rejeitada internacionalmente, e a sociedade começou a rejeitar essa política como vimos até no Brasil que emitiu uma declaração oficial forte e respeitável que apóia as causas árabes justas.

O Egito apoiará um texto forte na Liga Árabe ou nas Nações Unidas que condene Israel?

Eu me surpreendo com essa pergunta. O Egito não só apóia como toma a iniciativa. Eu era membro da comissão egípcia nas Nações Unidas, e sempre tomamos a iniciativa de solicitar medidas fortes contra Israel. Mas, como você sabe, a ONU da forma que é composta atualmente, infelizmente, tem um ponto de vista especifico, claramente tendencioso para Israel, e o uso do veto dá o direito para quem não merece.

–  Como avalia a mobilização da comunidade árabe no Brasil?

A comunidade árabe no Brasil tem entre 10 a 12 milhões de descendentes muito ativos. O governo brasileiro representa essa comunidade e tem um papel respeitável ao contrapor o que é errado. Como a iniciativa conjunta tomada com a Turquia na intermediação da questão iraniana para diminuir as tensões no Oriente Médio. Considero o governo brasileiro um intermediário de credibilidade para ajudar na solução das questões do Oriente Médio, ao contrário de muitos outros intermediários que carecem dessa credibilidade

——-

¿SERÁ UN INGENIERO RUSO EL SALVADOR DEL GOLFO DE MEXICO?

Del Noticiero

De rt.com

La petrolera BP anunció que ha conseguido colocar una campana metálica sobre la tubería en uno de los últimos intentos de detener el vertido de crudo en el golfo de México. Sin embargo, todavía no se logra frenar por completo el derrame y una cantidad indefinida de petróleo sigue escapándose al océano.

La ruptura de la tubería produjo primero una mancha de crudo y a día de hoy, el daño se extiende en una franja de más de 110 kilómetros a lo largo de la costa de Lousiana. En Estados Unidos ya se habla de la peor catástrofe ecológica de su historia.

La Casa Blanca no es capaz de encontrar soluciones y la empresa responsable del desastre medioambiental, British Petroleum, reconoce su fracaso a la hora de frenar el escape. Mientras, los pescadores y los ciudadanos de Lousiana son los más perjudicados.

Sin duda, todos los científicos coinciden en que las consecuencias del vertido de petróleo en el mar durante más de un mes y medio, a razón de 12.000 barriles diarios, son catastróficas.

Sin embargo, a casi 10.000 kilómetros de distancia del lugar, podría encenderse una luz de esperanza. En Rusia, un científico cree haber encontrado una solución más efectiva.

Se trata de Murat Jálov, un ingeniero de la provincia de Tula, situada a poco más de tres horas de coche de la capital rusa. Según explica el especialista, la preparación de la propuesta para contener el vertido de petróleo le llevó una semana con todos sus días y sus noches. Y está convencido de su éxito.

“La construcción es bastante simple. Lo que necesitamos, es saber cuál es la profundidad de la fuga de petróleo y lo segundo, conocer el diámetro exacto de la tubería rota”. Jálov trata de construir un gran inyector con un material peculiar, para poder introducir un tipo especial de cemento en el y así, detener la fuga de crudo. “Debido a las características del nitinoil, es el material ideal para solucionar problemas como este”.

Ahora, y por enésima vez desde que se inició el desastre ecológico el pasado 22 de abril, la responsabilidad de tomar una decisión corre a cargo de BP y de la Casa Blanca, que ya tienen la propuesta del científico ruso sobre la mesa. Murat sólo espera su respuesta

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Nuvem de tags

%d blogueiros gostam disto: